Não entre em panico.

Esse é o melhor conselho que recebi e também o mais inusitado. Ok, estava escrito na capa do guia do mochileiro das galáxias e desde então sempre carrego uma toalha comigo (ou tento, pelo menos), vocês se surpreenderiam o quanto quebra um galho. A mudança no blog está meio se arrastando por aqui, me sinto sobrecarregada. Algumas coisas são definitivas e eu estou num processo de aceitação. Então é uma forma de progresso na vida, de certo modo. O que tem me deixado infeliz é como nunca tenho tempo suficiente. Não estou sabendo me organizar, a qualidade do tempo está horrível, me sinto presa demais a um compromisso que, sinceramente, não vale a pena, porque tem um prazo de validade. Não sei se estou fazendo certo, afinal, gosto do lugar do que faço. O que eu não gosto é de me sentir presa a algum lugar. E é ai que eu entro em pânico. Será que estou usando esse tempo da maneira mais produtiva possível pro meu futuro? Será que o que faço agora me trará alguma oportunidade? Ou sair desse lugar ampliará meus horizontes de alguma maneira? Pânico. Eu não sei o que fazer da vida. Essas grandes decisões da vida me causam o mais sincero e profundo horror. E é nesse momento que repito como um mantra “não entre em pânico, não entre em pânico”.

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